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O que esperar do ABETA Summit 2026?

O que faz você sair da rotina de trabalho para participar de um encontro com outros profissionais? Para quem vive do turismo, conhecer pessoalmente um possível parceiro ou conversar com alguém que passou por desafios parecidos com o seu pode parece ser uma boa resposta que faz valer a viagem. E o ABETA Summit certamente é esse espaço!

Em mais um ano, a edição de 2026 chega reunindo gente com essa vontade de trocar experiências e conhecer melhor quem faz o turismo de natureza pelo Brasil, aproximando profissionais que, mesmo trabalhando a muitos quilômetros de distância um do outro, têm bastante assunto em comum.

Desta vez, nosso encontro acontece em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Já conhece esse destino e o que ele tem a oferecer ao redor? Essa pergunta nos convida ao tópico um da nossa lista que é…

1 – Adquirir conhecimento

As palestras e os debates do ABETA Summit 2026 ajudam a acompanhar as discussões do setor, enquanto as capacitações oferecem referências para o trabalho dos profissionais. Na programação deste ano, a relação entre turismo e natureza aparece na discussão sobre políticas públicas conduzida por Lis Leão, e o cenário político brasileiro ganha espaço com Leonardo Volpatti, que participa ainda de uma conversa sobre a reforma tributária ao lado de Jaime Prado.

Como essas questões chegam ao dia a dia de quem trabalha com turismo? Ao aproximar assuntos que parecem distantes da rotina de uma operação, o encontro convida os participantes a pensar nas condições que influenciam seus negócios e nas decisões que precisam tomar. Essa reflexão se amplia com Jean-Claude Razel, que apresenta “Futuros Desejáveis: a aventura de um mundo em transição”, trazendo para a conversa a transição ecológica e social. O marketing e o uso da tecnologia seguem entre os temas previstos, com o painel “Inteligência Artificial versus Inteligência Natural” abrindo espaço para discutir questões que vêm mobilizando os profissionais do setor.

Participar dessas conversas é uma oportunidade de olhar para o que você já faz e avaliar o que merece ser revisto, levando em conta a realidade da sua operação.

Parte dessas reflexões ganha continuidade no Abetalks, podcast da ABETA que integra o encontro com a gravação de entrevistas. As conversas permitem conhecer melhor o trabalho dos convidados e aprofundar assuntos, ficando disponíveis depois para quem deseja retomar uma discussão ou acompanhar o conteúdo de longe.

2 – Firmar novas parcerias

Se você procura parceiros para complementar seus roteiros ou ampliar a comercialização das experiências que oferece, vale chegar ao Summit com uma ideia do que gostaria de apresentar e de quem pretende conhecer. Há muitos momentos de relacionamento ao longo do evento, além da Feira de Exposições Re-Descobrindo o Brasil.

Ter esses objetivos ajuda a aproveitar o encontro, mas vale reservar tempo para conhecer pessoas cujas propostas você ainda desconhece. Ao ouvir como outra empresa trabalha, pode surgir uma possibilidade de colaboração que sequer estava nos seus planos, e a conversa presencial permite esclarecer detalhes importantes antes de seguir adiante. A confiança para indicar uma operação aos seus clientes, por exemplo, começa a ser construída quando você conhece quem está à frente dela e entende os cuidados envolvidos no serviço.

Essa disposição para conhecer o trabalho do outro tem muito a ver com o associativismo que praticamos na ABETA. Ao longo do encontro, quem participa pode encontrar profissionais a quem recorrer quando precisa de apoio e perceber como a própria experiência contribui para o desenvolvimento de outras empresas, dando continuidade a relações que seguem depois da volta para casa.

3 – Aprender e vivenciar o destino

As visitas técnicas são parte importante da experiência do ABETA Summit 2026, porque permitem conhecer as operações do destino anfitrião enquanto se participa das atividades. Para quem trabalha no setor, vivenciar um roteiro é uma oportunidade de observar como a equipe orienta os visitantes e conversar sobre escolhas que despertam curiosidade, desde a organização do atendimento até a relação do empreendimento com a comunidade local.

Há detalhes que ficam mais claros quando a gente participa, concorda? Uma orientação dada na hora certa ou a maneira de acolher alguém com dificuldade pode trazer uma boa referência para a própria operação, além de abrir uma conversa sobre os cuidados que tornam aquela experiência possível. No Mato Grosso do Sul, as visitas técnicas aproximam os participantes de quem trabalha no território e permitem conhecer possíveis parceiros com mais tempo e atenção.

Por isso, consulte as opções e as condições de participação com antecedência, já que as vagas são limitadas.

Outra dica de quem já viveu muitas edições do Summit é considerar alguns dias a mais na viagem, chegando antes do congresso ou estendendo a estadia para conhecer Campo Grande e outros destinos do Mato Grosso do Sul. Vale procurar os associados da região e conversar sobre os roteiros que combinam com o tempo disponível, aproveitando a oportunidade de conhecer o trabalho de quem recebe os visitantes por ali.

Uma das boas possibilidades desse encontro é justamente ouvir alguém falar sobre sua operação e conseguir vivenciá-la durante a mesma viagem, com a chance de continuar a conversa em campo.

4 – Realizar tudo isso com a família completa!

Quem pensa em levar os filhos pode incluir o Abetinha Summit no planejamento, pois o espaço dedicado às crianças volta a fazer parte do evento e ajuda as famílias a organizar sua participação. Enquanto os adultos acompanham o congresso, os pequenos contam com uma proposta pensada para eles, cujos detalhes e orientações de participação podem ser conferidos nos canais oficiais, mais próximo da data do encontro.

Confira a programação atualizada e as orientações de participação no site do ABETA Summit e organize sua ida. A gente se encontra em Campo Grande!

Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores e não expressam a opinião da ABETA. Direitos reservados. Para reproduzir é necessário citar a fonte.

Barbara Ataide
Barbara Ataide

Barbara Ataide é jornalista, estrategista de comunicação e fundadora da Agência Lunga. Com mais de 15 anos de experiência, desenvolve estratégias e conteúdos para iniciativas ligadas à cultura brasileira, ao turismo responsável e ao impacto socioambiental. Movida pela curiosidade de entender quem está por trás de cada causa, transforma histórias, projetos e ideias em narrativas sensíveis, consistentes e capazes de dialogar com diferentes públicos. É especialista em Comunicação Empresarial e Marketing e atualmente cursa Escritas Performáticas pela PUC-Rio, ampliando sua pesquisa sobre escrita e linguagem.